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25 julho 2016

Você não é uma árvore

Chapada Diamantina
Na Cachoeira do Buracão

Dizem que nada se cria, tudo se copia, concordo discordando, hoje sugiro um texto do Contioutra
Achei o texto inteiro muito inteligente e delicado, o autor - Virgilio Magalde - foi muito feliz em expor nosso medo de oferecer nosso sentimento, nossa amizade, nosso amor e até nossa mão estendida. 
É sempre um questionamento sobre o que o outro vai pensar e fazer com o nosso gesto, de verdade? Não pense. Faça e depois veja no que deu, afinal como dizem, se fosse pra ficar parado você tinha nascido árvore, então se mova, por favor. Segue um pequeno trecho e não deixem de visitar o blog. 

Saiba que não há nada melhor do que demostrar os seus sentimentos e que isso é ter coragem. Isso é pular no rio. O medo pode estar presente, mas ele não vai lhe impedir de agir. Demostrar seus sentimentos é ser quem você é — a sua essência. Não guarde sentimentos, entregue-os com muito amor. Não faça trocas e nem cobre os sentimentos dos outros, deixe tudo livre e faça tudo por você.

É preciso saber quando é hora de entrar em um relacionamento
Ler mais: http://www.contioutra.com/e-preciso-saber-quando-e-hora-de-entrar-em-um-relacionamento/#ixzz4FO1RSnik

09 julho 2016

Diário de viagem #1 Portugal – Escolhendo o Hotel

Aeroporto Internacional de Campinas - Vazio


Decidimos viajar no inicio de 2015, mas o dólar, um desagradável companheiro, resolveu subir, subir e subir, ( se preferir pode dizer que real caiu, dará na mesma) e as passagens áreas estavam com valores impossíveis para um trabalhador. Esquecemos por um instante.

Faltavam 2 meses para as férias e resolvemos olhar novamente os preços e não é que tinha caído, estava quase 500 dólares a menos o que já fazia a conta fechar um pouco mais. Dica super importante que recebi na CVC foi que os aviões partindo do Aeroporto Internacional de Viracopos estavam bem mais em conta do que em Guarulhos, mais de R$1.000,00 reais por pessoa, essa foi a primeira decisão tomada, escolhemos voar Campinas – Lisboa.

O roteiro de viagem ainda era dúvida, orçamos na CVC primeiramente, sempre faço isso, já deu certo outras vezes, afinal se você der sorte, estará no final de semana dos voos fretados e conseguirá um super preço. Vale a pena sempre consultar. Na viagem para Paris em 2013, paguei no pacote com avião voo direto, hotel e traslado o que pagaria pelo avião com escala, tudo porque era um voo fretado.

A CVC me apresentou roteiros completos, com hotel e ônibus de viagem mudando de cidade quase todas as noites, passava por várias cidades e não tinha nenhuma tarde livre, visitava uma variedade boa de cidades e estava com promoção de cotação do dólar para fechamento imediato. Não quisemos, fiquei muito cansada só em imaginar que mudaria tanto de hotel e que não curtiria a cidade. Fiz um outro orçamento incluindo apenas o Hotel que saiu muito barato, sem café da manhã, isso alias é muito normal, fechei na agência apenas por segurança, pois estava indo para outro país e não queria surpresas. ( viagens nacionais eu fico no booking.com mesmo, ótima opção).


Reservei 3 diárias no Hotel Principe Lisboa, 3 no Tryp in Porto e mais 2 no mesmo hotel em Lisboa. Agora era resolver os passeios e como eu iria de Lisboa para Porto e de Porto para Lisboa, inclusive o traslado, porque 50 Euros por pessoa é muito dinheiro, num percurso que o táxi indica 15 Euros. Tinha que haver outra alternativa. 

09 dezembro 2015

Natal Luz - Curitiba



Fazia alguns anos que minha mãe queria ir no Natal Luz, enquanto muitas pessoas, inclusive meu irmão, acham que o evento se resume a uma rua iluminada, alguns tem o prazer de descobrir na simplicidade de uma ação, um grande momento.

O Palácio Avenida no Centro de Curitiba, prédio do banco HSBC, uma construção antiga, muito charmosa, com muitas janelas que se abrem para o Natal todo o mês de dezembro. As crianças carentes de orfanatos locais, ensaiam músicas para o coral de Natal e durante aproximadamente 45 minutos são as estrelas do espetáculo.

Dizem, ( só assisti uma vez) que as músicas não se repetem e que o jogo de luzes, pisca –pisca, cores e fantasias se intercalam com as mais belas e tradicionais músicas natalinas.

As pessoas vão chegando de todos os lados e logo ocupam todo o espaço em torno do Palácio Avenida, o Centro histórico ganha cores e movimento, as pessoas circulam por todos os lados, e as frias e desertas ruas noturnas dão lugar a milhares de turistas curiosos e encantados.

As crianças do alto das janelas acenam, fazem coração com as mãos e são adotadas por um instante por quem ali está, um gostou do japonesinho, outro do invocado que não queria papo, tinha também a menina curiosa e a pequenina delicada, um pouco de alegria no meio da solidão.


E as pessoas cantaram junto e tinha direito a Papai Noel também, terminando com a música do Roupa Nova: “ Eu tenho certeza que a gente podia, fazer com que fosse, Natal todo dia” 

Fotos: Rafaela Andrade 

07 dezembro 2015

Minha experiência em Viracopos

É  a primeira vez que embarco no Aeroporto Internacional de Campinas, vocês devem estar se perguntando o porquê  de eu estar aqui, mas a resposta  é simples: economia.

As passagens saindo daqui estavam muito  mais baratas, uma economia real, mesmo pagando uma van para nos trazer e depois buscar,  valia muito a pena. A moça da operadora de turismo disse que os preços mais atrativos são para nos fazer conhecer o lugar é o serviço.

Pois bem, logo ao chegar  notamos que a sinalização de trânsito dentro do aeroporto é  confusa e você poderá se perder ou até pegar a estrada de volta pra São Paulo. Avistamos a placa do estacionamento no valor de R $17,00 reais a diária e depois de algumas voltas desembarcamos e cadê o guiche da TAP? Vimos as operadoras nacionais e nada, sem placas paramos uma moça da Azul que nos disse que deveríamos pegar o circular e ir pro outro terminal. Tinham vários ônibus e o trajeto foi tranquilo.

O terminal internacional tinha 2 máquinas, uma de café e uma de salgadinhos e nenhuma fila, nenhuma loja pra olhar, nem um café pra sentar. Tão vazio que assustava. Despachamos a bagagem e fizemos cheking. Do outro lado, pasmem, uma pequena loja Dutty Free e um Franz Café. Muitas cadeiras, lugar limpo, pontos para carregar o celular e pouca gente.  Eram 3 voos naquela noite, o nosso é mais 2 para Miami.

Pra quem quer fugir do tumulto de Guarulhos, Viracorpos é 10. A economia vale a pena e vc fica sossegado. Embarcando. ... 

30 março 2015

Tem mais gente lendo


Que delícia de assunto e quanta criatividade das pessoas em partilhar essas imagens, você pode encontrar no Facebook ou no Instagran ou nos dois, não importa, mas vem cá, o que você está lendo?

O que te faz parar, refletir, viajar se distrair?

Acessem no Instagran a hashtag #temmaisgentelendo e veja você mesmo, as pessoas compartilham as leituras alheias para motivar os outros, a ideia é se Sergio Miguez curador de eventos da Livraria Cultura.

Eu estou lendo tanta coisa por causa da Faculdade que me falta tempo para outros livros mas estou colhendo as ideias desde agora.

Fica a dica! Quem sabe você não tira uma foto do seu amigo e manda também.

Imagem: https://acaocultural.wordpress.com/2011/05/17/entre-na-rodalendo-e-sonhando/

18 outubro 2014

Morro de São Paulo - A partida e o que foi ruim, sempre pode piorar


Nosso  voo para Lençóis sairia de Salvador as 13h30, era preciso sair de Morro às 6h30( aff!) e advinha? Amanheceu meio feio o tempo. Nosso amigo Genivaldo nos esperava na recepção do Hotel para fazer o “ táxi “ de volta das nossas malas, ele disse que da casa dele pra lá são 30 minutos andando e ele tinha corrido.
Quando chegamos no atracadouro começou a chover e que chuvinha chata. Genivaldo pos nossas malas no barco, já que o pessoal da Cassys só fez colocar as pulseirinhas em nossos braços, se o mar da ida estava revolto, imagina o da volta? Chuva e vento. Sensacional.
Ao descer no primeiro destino – arrastamos nossa mala por um percurso relativamente curto, mas na chuva, entramos na Van meio molhadas, mas relaxamos, dormimos e esquecemos o que ainda estava por vir, ainda bem, pois paramos num local diferente, alguém disse que o primeiro barco não estava atravessando e que iríamos junto com os carros de balsa, era mais estável.
Porém, a passarela até lá era grande, a chuva caia forte e lá fui eu na rua esburacada arrastando minha “malinha” até começar a passarela, nem preciso dizer que me molhei muito né?
Chegando dentro da balsa, a parte de pedestres era no alto e a escada pequena, lá fui eu, batendo a mala na canela e fazendo roxos, só conseguia me perguntar o que eu estava fazendo ali. Finalmente conseguimos sentar, com muito frio e molhadas.

Salvador, aliviaria nossa maratona com um lindo sol, a sensação era de alívio, dali pro aeroporto foi tranquilo e era o momento de esperar nosso voo. 
Primeira vez que eu voei de Azul, achei bonitinho a aeromoça dizer: " uma tarde azul pra você" ( risos) era como um táxi aéreo, avião pequeno, com saídas apenas as quintas e domingos. O que vem de Salvador é o mesmo que volta de Lençóis. 
Chapada Diamantina - chegamos! 

14 outubro 2014

Morro São Paulo: Curiosidades



Eu já dividi com vocês a dificuldade para chegar no Morro e a cilada que um passeio pode se tornar, mas vale a pena conhecer o lugar. 
Não é demais repetir para você levar pouca bagagem, por preferencia algo que possa carregar sozinho sem destruir a sua coluna. 
Você deve estar se perguntando, já que é tão dificil, onde se hospedar? Pois bem, você pode ficar no Centrinho perto do local onde as embarcações chegam, ali você fica perto de lojas e restaurantes e um pouco distante das praias, mas nada que você não resolva fácil numa caminhada de no máximo 10 minutos, super fácil de fazer. 

Aí começam as praias, elas são divididas por números ordinários 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, não sei até qual vai. Nos aconselharam a ficar na 2ª e foi o que fizemos, numa ruazinha paralela em que tinha um ponto de transporte coletivo próximo( para levar pra pontos mais distantes). 
Na 3ª também vimos muitas pousadas, mas ainda sim, achamos as da 2ª praia melhores, é lá também que temos muitos restaurantes na praia e que acontece o lual, se não me engano nas segundas-feiras a noite. 

Nos chamou muita atenção a quantidade de estrangeiros instalados em Morro: argentinos, italianos, franceses... eles são donos do comércio e dos restaurantes. Havia um restaurante argentino em que as meninas ficavam na porta para conseguir clientes e todas as vezes em que passávamos elas diziam: “ Tortilhas argentinas, pizzas, drinks free” ... ( rsrsrs)
Falando em drinks em toda a orla da 2ª praia a noite ficam carrinhos de drinks, eles sugerem diversas misturas diferentes, com ou sem álcool, você pode tomar dentro do cacau ou no copo, experimentei uma caipirinha de gengibre, limão e abacaxi, o gosto era exótico e diferente.
Você não pode sair de lá sem comer peixe e muito menos sem provar as tapiocas, essas realmente locais, porque em toda esquina tem os crepes franceses, do mesmo jeito que são feitos na França.
Na 1ª praia ainda temos a Tirolesa, pra mim foi um pouco demais, sei que vocês devem estar me chamando de medrosa, sou mesmo. Tinha 70 metros de altura e uma queda de mais de 300 metros. Subi no mirante somente para tirar foto, ainda o sol de pondo no horizonte.

Os souvenires são os mesmos de qualquer lugar, as camisetas se destacam e a rua que liga as praias ao Centrinho fica lotada, cheia de gente andando de um lado para o outro, portanto curta a noite em Morro, porque forró não tem, balada muito menos, o jeito é ver o movimento e curtir o clima. 

13 outubro 2014

Morro de São Paulo – Cadê o barco e vamos nadando então?

          
Tem coisas na viagem que são impagáveis. O mar estava turvo e revolto, havia chovido de noite e alguns passeios não valeriam a pena nessas condições. Contratamos então um passeio para Garapuá – acho que é um bairro que dá nome a praia, porque na verdade Morro de São Paulo fica no município de Cairu – na Bahia e só desvendei isso porque o Yahoo Tempo não achava o Morro de jeito nenhum, então coloquei o CEP da pousada quando descobri onde realmente estava.




            Nós descobrimos, mas o menino, achamos que não tinha nem 18 anos, que dirigiu o 4x4 que pegamos para nos levar a essa praia não sabia, nos garantiu que a cidade era outra, nos levou por um caminho que misturava mangue, rio, areia de praia e uma vegetação própria do local, Passamos por uns campos abertos e vimos onde pousam alguns táxi aéreos ( medooooo )

              Chegando lá, depois de quase 40 minutos,uma bonita e selvagem praia vazia, só tínhamos nós, o menino diz que vem nos buscar as 16h. Olho no relógio e ainda são 11h, alguém pergunta: onde são as piscinas naturais? Resposta: Em alto mar, mas não tem barco.

- Como não tem barco?

- Quebrou e a gente não arrumou

- Mas nós compramos o passeio com barco, o que faremos até as 16h?

Começou então uma enorme movimentação, vai pra lá, vai pra cá. Eis que derrepente surge um senhor com um motor na mão( sim, um motor, você não leu errado) e diz vamos?

Vamos pra onde? Pensei comigo. Ele aponta pro barquinho com naipe de catraia e diz que colocará o motor. Eu já tinha passado um perrengue com os peixinhos no dia anterior, nadar com os peixinhos em alto mar? Eis que alguém perguntou se tinham peixinhos e a resposta me animou: alguns, tem que procurar.

Resolvi ir, eu procuraria o lado oposto deles. Andamos um bom caminho até as piscinas, o mar estava uma delicia apesar da falta de sol, fiquei ali, nas areias, mergulhando, curtindo enquanto as meninas vestiram seus snorkells e foram a caça dos peixinhos, ainda bem que acharam, fotografaram e ficaram felizes. A maré subiu e o moço disse que precisávamos ir naquele momento. Eis que Liane e Juliane olham pra  ele e dizem que vão voltar pelo mar nadando. O senhor fez cara de “ essas meninas são loucas”  eu só tive tempo de pensar “ ah?” e então ele disse que não poderia deixá-las ali e eu só vendo. Elas tiveram que acatar. 

Quando chegamos na areia fiz questão de fotografar a distancia( foto) e as duas diziam que não podia ser tudo isso, parecia tão perto... ( risos) Sem noção, afinal, quando saíssem do banco de areia e corais cairiam em alto mar, mais de 5 metros de profundidade e ao contrário do que disseram, por mais que a maré e o vento puxassem pra areia, as correntes marítimas enganam, e eu e Liane como caiçaras do litoral não podemos duvidar disso.

Depois da descontração, hora de pedir o almoço, seria um peixe chamado vermelho, assado na folha de bananeira. Enquanto era preparado o tempo mudou, ficou frio, ventando, chovendo, nos enrolamos nas cangas para sobreviver, mas valeu, estava uma delícia, um gosto super apurado.


Pra fechar no local com chave de ouro, o moço ficava andando com a maquininha do cartão para achar sinal: essas operadoras de telefonia. 

10 outubro 2014

Morro de São Paulo - Eu e os peixinhos

Definitivamente eu e o Ecoturismo nos desafiamos mutuamente. 
Ao despertar minha amiga Liane começou a procurar um lugar para mergulhar, o mar estava meio turvo e só era possível flutuar( ainda bem que adiamos, assim deu tempo de pensar com cuidado) 

Perguntamos onde eram as piscinas naturais e nos encaminhamos pra lá. Lugar lindo, sensacional, tinha um monte de peixinhos, tinha um rapaz que oferecia ração pra eles e eles, os peixinhos, ficavam animados. 

As meninas foram nadar com eles e eu fui junto, mas me deu uma aflição, eu simplesmente acho que cada um deve ficar no seu habitat, eu aqui e eles na água. As meninas vestiram seus snorkells e super animadas foram lá, começaram a procurar os peixinhos, mas nem precisava procurar muito, afinal eles estavam ali, olhando para nós. E eu com medo. 

 Um casal saiu e me disse: Cuidado com o peixe preto que ele morde olha. Quando eu olhei parecia uma picadinha de mosquito. Fiquei com mais medo, quase não fui. 

Resolvi entrar e eles me cercaram, fiquei em pânico com eles em torno de mim. E não saía do lugar, demorei para mergulhar. Não sei se é a ração, mas é muito maluco, acho que eles associam que daremos comida, por isso te cercam, mas eu estava procurando o peixinho preto ( risos)
Liane me disse: Rafa vc é maior que eles. Mas eu sabia que o habitat era deles. 

Elas mergulharam até a maré subir e eu fiquei ali, mais aproveitando o mar, do que os peixinhos. Alias, não gostei da sensação de nadar com eles. Adoro o mar, mas os peixinhos me deixaram inquieta, desconfiada e com medo de picadas. Prometi que nunca mais, mas eu quebraria essa promessa em poucos dias. 

Imagina se o mar tivesse bom pra mergulho e elas tivessem me convencido a fazer o tal do batismo ( primeiro mergulho com equipamento, acompanhado por um instrutor) ? Eu teria fica estarrecida. 

Depois saímos andando pela orla, até parar para comer um peixe assado chamado Vermelho, com caipirinha. 

Momento vida chata. 

09 outubro 2014

Morro de São Paulo - A saga para chegar

A última embarcação era igual a essas da foto, com esse mar agitado

Quando ouvimos falar no Morro de São Paulo pensamos em qual lindo é o lugar, nos deliciamos com diversas fotos maravilhosas de praias de água azul e areia clara, pesquisamos passeios de barcos e alguns já se imaginam nadando com os peixinhos nas piscinas naturais, Morro de São Paulo é um paraíso escondido na Bahia que atrai estrangeiros de todos os cantos, casais apaixonados e quem quer fugir da rotina.

Portal e o Genivaldo
Como passaríamos 7 dias na Chapada Diamantina decidimos dar uma esticadinha até o Morro, levando em conta os horários dos voos para Lençóis tínhamos que começar pelo Morro, aqui aconteceu o primeiro erro desta viagem: nunca emende essa praia com outro lugar porque pro Morro menos é mais, ou seja, quanto mais coisas você levar pior será, lembre-se que mesmo contratando o serviço de traslado você precisará carregar sua mala por diversas vezes e se tiver pesada irá se machucar.

Pois bem, pesquisando na Internet você descobre que pode chegar em Morro, a partir de Salvador, de 3 maneiras: táxi aéreo, muito mais caro e levando em conta a quantidade de aviões que caíram em 2014, descartamos de imediato. A segunda opção é o catamarã, 2 horas em mar aberto, muitos relatos de enjoos e coisas afins e a terceira opção um semi- terrestre, esse escolhido por nós.

Para tal opção contratamos a Portela Turismo - e não indicamos pra ninguém. É verdade que não pediram nenhum pagamento adiantado, mas mandaram um email confirmando a saída, todavia, chegando em Salvador não estavam nos esperando, ao ligarmos a atendente disse simplesmente que não havíamos confirmado. Espera aí: vocês não confirmaram? Disseram que não.

Que raiva!

No aeroporto tinha um stand da Cassys turismo e tivemos que nos agarrar nessa opção. Sairia as 11h30, comemos alguma coisa e lá fomos nós para a Van que nos levaria até o porto, que na verdade era uma sede da agência ficava a uns 200 metros da entrada da embarcação, o detalhe era que você  precisava pegar sua própria mala e leva-la, atravessar a rua com as pedras, semáforos e etc...( imagina o peso, as rodinhas no cimento...) Um pessoa da Cassys ia na frente pra mostrar o caminho.

Na hora de embarcar, os passageiros locais simplesmente te atropelam, cheios de pressa, loucos para seguirem seu caminho, não esperam você andar, muito menos arrastar sua mala, passar do atracador para dentro do barco então, nem pensar. Primeiro medinho, o da mala cair no mar. ( risos)

Nossas malas em Morro de São Paulo
Aí você se aperta, a viagem dura mais ou menos 40 minutos, na cidade destino algumas pessoas com carrinho de pedreiro se oferecem para carregar sua mala, conseguimos negociar e pagamos um precinho bom só pra ele atravessar a rua ( R$5,00 por mala), melhor do que carregar. Entramos na Van e foram mais 1h40 minutos. Na próxima descida, mais um rapaz ofereceu para carregar a mala, foram mais 10 reais, mas pelo menos eles colocaram dentro do próximo barquinho, uma lancha pequena que saiu mar a dentro em alta velocidade.

Naquele momento lembrei da minha mãe: com certeza ela nunca estaria ali. Lembrei-me também do que aprendi desde pequena: com o mar não se brinca, por que então estávamos naquela velocidade em alto mar? ( mal sabia eu que podia piorar)

A melhor coisa era esquecer e rezar pra chegar logo, quando isso aconteceu, já em Morro de São Paulo, o simpático Genivaldo veio nos receber, mais um "carregador de malas". Lá, eles possuem um tipo de uma associação, todos de camisa amarela, com nome da pessoa estampado.

Eu e as meninas negociamos o valor do "traslado" das malas. Ele disse que cada mala era R$15,00. A princípio ficamos indignadas, como assim? Como poderia ser tudo isso? Ele respondeu que entenderíamos e começou mostrando a ladeira, depois a escadaria.Sabíamos que não conseguiríamos subir com as malas e então, aceitamos.

Logo, a Juliane, sugeriu que se automatizasse o serviço, colocando umas esteiras ou elevadores, mas a ideia deixou Genivaldo extremamente bravo, ele queria saber porque a gente queria deixá-lo desempregado. O caminho era realmente longo e esse "táxi" de malas é uma afronta ao corpo humano: que preparo!

Nossas malas juntas pesaram mais de 60 kg ele carregou as 3 no carrinho de pedreiro pelas rampas e ainda foi nos dando ideias sobre passeios, indicando restaurantes e contando do local. Precisa de pernas, de braço, de pulmão e muita força na coluna.

Enfim, depois de 5h40 minutos( contando do aeroporto de Salvador) e 12 horas, saindo aqui de casa, chegamos na Pousada Bahia Brasil, na Segunda Praia.

19 setembro 2014

Foz do Iguaçu - A beleza das Cataratas lado Brasil

Não faltam adjetivos para classificarmos as Cataratas do Iguaçu - não importa muito o lado, se é Brasil ou Argentina, é impotente e belo.



Você começa com uma vista bem tímida, ao longe, podendo avistar umas cabecinhas que nada mais são os turistas visitando o outro lado da fronteira. Você chega procurando o arco-íris o qual não será encontrado facilmente, só bem mais a frente.

No caminho você se mistura aos turistas, de muitas nacionalidades e idiomas, principalmente o japonês, este sempre em um grupo grande, todos juntos e equipados com suas máquinas super poderosas penduradas no pescoço e fazendo aquelas fotos panorâmicas mais de uma vez enquanto os outros turistas aguardam com suas máquinas singelas ou seus smartphones para enfim posar ao lado das cataratas. Quer um fotógrafo? Tem que pedir em inglês: " Can you take a picture for me, please?" Eles sempre vão te responder: " yes, sure!" e muito provavelmente mais a frente vão lhe pedir o favor de volta.







Nisso você vai identificando os bons fotógrafos pra pedir para eles de novo( risos). No caminho muitos quatis, animalzinho que domina.

Quando você finalmente chega naquelas pontes famosas, as das fotos, você entende porque tem tanta gente vendendo capa de chuva, oras, porque realmente molha, você protege a máquina, o celular, o óculos de sol e etc. Seu cabelo que já estava ao vento agora ganha uma chuvinha fina e ou você relaxa e esquece ou fica tentando se proteger. Não compensa. Aproveita a paisagem, o lugar e principalmente observe as pessoas, como o ser humano é curioso e cada um reage de um jeito ao lugar.

No mais, as Cataratas são um passeio diferente, não cansativo e que vale a pena demais!





16 setembro 2014

A Cidade de São Paulo - terra de sensações

Como São Paulo pode ser surpreendente não é novidade para ninguém,  afinal a maior cidade fo país é também aquela 5 reúne a maior diversidade. 
A terra da garoa que ultimamente clama pir chuva amanheceu com os olhos voltados para a av. São João,  no Centro onde polícia e moradores irregulares de um prédio travavam uma quase guerra, com direito a queima de ônibus e objetos grandes como sofas sendo tacados nas pessoas. 
No rádio um comentarista se perguntava se o povo comum, aquele que realmente precisa de um lar e não tem se presta a perder tudo dessa forma,  se possuem tempo para se organizar para tumultuar ou se a sociedade,  incluindo quem realmente precisa e não tem para onde ir é vítima de manobras políticas de militantes oportunistas. 
Não sei.  A verdade é que quem precisa sempre sofre muito,  independente do motivo que o levou até ali.
Enquanto isso em outro canto do mesmo Centro de São Paulo a vida seguia normal: metro, gente, Catedral da Sé, Fórum João Mendes Júnior etc. Pessoas andam apressadamente de um lado para outro, uns se arriscam na frente dos carros com o semáforo fechado para pedestres, os moradores de rua observam com seu cachorro fiel ao seu lado. 
Mas próximo ao metrô Liberdade jovens e advogados ocupam o mesmo espaço que os orientais. Idosos andam lentamente para fazer sei lá o que e eu ali de férias no meio deles.
Quantas sebos e livrarias jurídicas as quais chamam atenção pela variedade e promoções. 
Dali fui de metrô até a Estação da Luz - e mais uma vez se deparar com coisas próprias desta capital particular.  Entrei na Liberdade e quando passamos pela Se  entrou muita gente uma menina se agarrou num dos lugares de segurar e disse pra outra: " segura senão aqui ( Se) você entra numa porta e já sai na outra."
E é verdade.  Não experimente bobear.
No Museu da Língua portuguesa a entrada hoje era gratuita e estava cheia de alunos,  não tinha exposições extras, mas rever o círculo de poesia foi envolvente e não tem como ser diferente,  afinal é feito um jogo de luzes com palavras enquanto ouve-se s narração das poesias - se você relaxar com certeza vai entrar na história.
Comento de passagem que jm lugar ótimo para se perder  é a Estação da Luz: CTPM,  metros linhas 1, 4 e 7, saidas para a Rua José Paulino, Pinacoteca,  Museu e etc. Fala sério!  Muita gente junta andando pra diversos sentidos e todo mundo parece saber para onde está indo. 
Pra fechar o dia com uma esfirra do Habib's e um café.  A esfirra chegou e o café demorou e um senhor gordinho, baixinho com a camisa do Santos futebol clube pediu 4 esfirras, deu uma pra um pedinte e tirou do bolso uma coca cola pequena e me disse ( pra me ensinar) : :eu sempre passo primeiro na loja aqui do lado, compro isso e trago pra cá,  bem mais rápido. " ( risos)
Meu café chegou- muito muito quente- e ele continuou: " coca combina mais do que café,  tá quente né?  Nem dá tempo de saborear por que depois de um dia longo queremos ir pra casa logo, né? "( risos)

Disse a ele que realmente coca combinava mais e ele me interrompeu pra repetir o ensinamento da loja ai lado ( risos) eu disse que de vez enquando dá vontade de um café e que como estava passeando dava tempo, era um dia diferente.  Ele concordou,  só faltou dizer: " aí sim! "

13 setembro 2014

Foz do Iguaçu - Parque das Cataratas lado Argentino

Antes de viajar li muitos comentários dizendo que o lado de cá era mais bonito do que o lado dos hermanos argentinos, na mesma proporção ouvi gente dizendo que não, as nossas são mais bonitas! Ah.... não dá pra dizer. São muito diferentes.

Primeira coisa que se aprende nas Cataratas é que os quatis podem morder, roubar comida, te pegar... ( risos) e apesar de tudo isso definitivamente não é engraçado, eles são rápidos e curiosos e segundo a guia que nos acompanhou, eles não podem ouvir barulho de sacolinha plástica que saem correndo e pulam nela, fugindo pro mato em seguida. ( medooo)

Vimos poucos, mas eles estavam lá, como se vigiando turistas e visitantes, loucos por comida e diversão, todavia se você se mantiver tranquilo, sem comida e sem sacolinha, tudo vai dar certo no final. Acredite.

Um detalhe importante sobre o Parque Argentino é que a entrada só pode ser paga em Pesos Argentinos, em moeda, nada de cartão. Eles dão descontos para brasileiros.

Na Argentina andamos muito mais do que no Brasil, o espaço é bem amplo e possui 3 trilhas, a superior( menor), a inferior( maior) e a da Garganta que estava fechada porque as chuvas do meio do ano derrubaram tudo.


Começamos pela trilha inferior, com quase 5km e nem sentimos o caminhar. Logo fomos surpreendidos pela imensidão das águas.




 O lugar tem uma energia difícil de explicar, não sei se é aquele mundaréu de água e você ali, tão pequeno no meio de tudo. Vejam nas fotos o barquinho do Macuco Safari, como é minusculo perto de tudo.


Na foto de cima eu estou na trilha inferior tirando a foto e na debaixo a queda que desce logo atrás de mim e a mesma da foto de cima. Sensacional! 




10 setembro 2014

Foz do Iguaçu - Clima e Jantar italiano


A viagem está chegando ao fim e enquanto eu espero o horário de retornar ao Aeroporto, nesta uma horinha meio morta, meio viva, resolvi começar pra valer a contar os causos daqui.

Escolher o que fazer depende de gosto, vi muita gente alucinada para ir até o Paraguai, mas definitivamente "compras" não era a minha prioridade. Há também muitos passeios "radicais" mas fazê-los com seus pais não é uma boa pedida, sozinha até podia ser, mas não tive essa disposição, deixei para fazer com os amigos ou com um namorado no futuro.

Entre esses passeios temos o Macuco Safari que sem dúvida é o mais atraente, andar de barco no rio, chegando bem perto das Cataratas me parece um passeio sensacional e de lavar a alma, afinal, tomar banho  naquela água gelada( nossaaaa) deve revigorar. Além desse, tem raflitting, trilhas de bicicleta, passeio de helicóptero e de paraquedas ( uau!), os preços são salgados, mas nada impossível de pagar.

Ainda no Aeroporto de Congonhas em São Paulo fomos pesquisar o preço do Peso argentino, porque no Parque das Cataratas do lado hermano, só em dimdim, nada de cartão e outras moedas. Até que o câmbio em si não era ruim, ainda mais porque o Peso é bem mais barato, porém, eles cobram R$20,00 por operação por ser Aeroporto, disseram que era taxa do aeroporto, que seja. O drama é, que tudo se paga, se você se descuidar paga também.

Deixamos pra lá, já que por email a Loumar informou nos levar para fazer o câmbio antes do passeio. Fizemos uma boa viagem e o traslado já nos esperava juntamente com um sol bem brilhante e ardido que não perde em nada para os que nascem em Santos, acompanhados inclusive do bafo quente e úmido. Portanto a primeira lição sobre Foz do Iguaçu é apesar de ser inverno e ser no Sul do país, sim, pode ser muito quente por aqui e eu não usei nem sequer uma pecinha de roupa de frio, nem a mais leve delas, nenhum dia. ( pasmem!)

Na primeira noite fomos ao Hotel Bella Itália, conhecer o famoso jantar italiano. Restaurante aconchegante, lindo e super gostoso. Enorme variedade de queijos e vinhos, os buffets quentes, frio e de sobremesa serviam todos os gostos e a música ambiente era italiana e ao vivo, muito suave dando um toque de classe a mais.

Muito bom pra quem curte um bom vinho também.

Quando saímos: chuva! Sensação de medo pro dia seguinte, mas o tempo firmaria deixando as Cataratas Argentinas com ar de quero mais.

07 setembro 2014

Foz do Iguaçu - Preparativos

Quando escolhemos um destino a primeira coisa a fazer é pesquisar os pontos turísticos e os passeios disponíveis,  aqui não é diferente. 
Onde ficar é um outro questionamento, pesquisei bastante e apesar da Loumar Turismo ( ver site) oferecer pacotes bem atraentes incluindo passeios e afins o Booking.com foi imbatível,  consegui uma  reserva por R$760,00 4 diárias no Best Western Taroba, um hotel 3 estrelas, mas nota 9 em todas as avaliações. 
Ou seja, ficou menos de 300 pra cada um. O avião compramos por 11.000 milhas ida e volta ( use um cartão de crédito que junte milhas,  abasteça no Posto Ipiranga... etc faça qualquer coisa,  mas junte pontos já) agora só faltariam os passeios. E claro tudo paga né?  Se você não tomar cuidado ao respirar alguém vem te cobrar.

Fechamos com a Loumar Turismo os seguintes serviços: 

Jantar no restaurante Bella Itália
Traslado para as  Cataratas lado Brasil,  Parque das aves, almoço no Porto Canoas.
Cataratas na Argentina
Argentina Boêmia com Icebar
Traslado aeroporto hotel e vice versa
Itaipu panorâmico
Por enquanto é isso. 
Mais dicas vem por aí


01 maio 2011

De bem com a vida

Nada melhor para começar bem a semana do que estar de bem com a vida.
Se a pessoa que senta na sua frente é do lema: " Oh, vida, oh azar!" você tem que deixá-la partir

Muitas são as situações do dia a dia que nos irritam profundamente, parece que estamos naquela música do Kid Vinil em que o refrão entoava " Isso me dá, tic tic nervoso, tic tic nervoso..." Pois é, dá mesmo e o que podemos fazer para ficar bem?

Primeiro antes de deitar faça uma oração bem concentrada, peça a Deus paciência e discernimento, o resto é consequência.
Ao se levantar no outro dia se espreguice com vontade e pense positivo num bom dia.
Escolha uma roupa bonita, passe maquiagem o suficiente, nem de mais e nem de menos.
O mesmo serve para os sapatos, coloque um confortável e elegante, nada de parecer o "nem aí" tênis e rasteirinha combinam e ficam lindos se bem usados.
Perfume também é legal
Sinta-se bem
Afasta-se dos mal humorados, eles tem um poder de contágio alto.
Conte até 10 quando preciso e sorria.
Se não for falar algo bom fique calado, é melhor.

Eu estou treinando, tudo isso, todo dia.
Tem dado certo, às vezes eu me irrito, mas eu tento de novo.
As pessoas estão cada vez mais dificieis de lidar, eu já tenho os meus problemas, não quero o dos outros pra mim.

Por isso ficam os votos:  Que todos tenham uma semana "De bem com a vida"

Para quem não leu sugiro o post Algodão Doce e Guaraná

24 outubro 2010

Paris - Catedral de Notre Dame



A minha viagem ainda não acabou e é hora de confessar minha admiração pela diversidade da cultura explícita no altar e na construção de uma igreja, visitei várias e todas impressionam de alguma forma. Notre Dame é um lugar muito escuro e sombrio que ao mesmo tempo contrasta com os incríveis vitrais. A arquitetura gótica lembra aquelas aulas do colégio, aquelas de literatura em que a arquitetura e a história eram importantes para entender o contexto, não podemos deixar de lembrar do Corcunda, de Victor Hugo.

A altura do teto impoem respeito e ao mesmo tempo dão um vazio, os corredores são sempre lotados de turistas do mundo inteiro, curiosos com o local tão famoso. 

Ponto negativo: Para subir nas torres da igreja a fila é gigante e eu, que odeio filas, não subi nenhuma das duas vezes que estive lá.

Dicas: Deixe o local para visitar a pé e sem pressa, nos arredores existem milhares de outros pontos gostosos de visitar, a linha do metro é a nº1 - Hotel De Ville.

O ponto zero de Paris está em frente a Catedral, em uma pequena placa que passa despercebida por muitos( inclusive eu)




Um pouco sobre o local: 
A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.

A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris. Fonte: Xangai Moods

Fotos do local visitem: Vigoenfotos
História e curiosidades visitem: Viagem & Imagens
Visite o site oficial: Notre Dame








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Desde já agradeço a todos que votaram no 1o turno e que votarão agora. Obrigada!